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  • 29/09

    sexo 

    Quando falamos em “posições perigosas no sexo” logo surgem na mente o Kama Sutra e algumas imagens mirabolantes. Mas segundo um estudo recente da revista científica International Journal of Impotence Research as maiores ameaças estão no bê-á-bá da cama.

    A pesquisa entrevistou 90 pacientes que foram diagnosticados com fraturas no pênis na hora do sexo em hospitais ingleses. Daí vem a “blacklist do amor”: a campeã é o famoso “sexo de quatro”, responsável por 41% de rupturas penianas; a medalha de prata ficou com a icônica “papai e mamãe”, com 25%; em terceiro, a famosa “cavalgada” (com a mulher em cima), com 10%.

    A explicação? De acordo com a sexóloga britânica Tracey Cox, no caso da “posição de quatro” o risco está em a mulher fazer movimentos junto ao parceiro. A falta de sincronia — bem ao ritmo “cada um para o seu lado”— pode fazer o membro dobrar em ângulos incompatíveis com sua musculatura. Nesse caso, a solução é fugir da cama, dando preferência ao chão, e segurar a mulher pelo quadris com firmeza.

    Quem prefere a “papai e mamãe” na hora do sexo, deve tomar cuidado com a superfície onde ocorre o ato. “No solo, basta uma escapada mais forte para fazer o pênis ereto ir de encontro com uma região dura e gerar uma lesão”, completa Tracey.

    O resultado da pesquisa, porém, é diferente de outros estudos e fontes – o que talvez indique que os hábitos sexuais dos britânicos são diferentes dos nossos. No Brasil, em 2015, uma pesquisa feita em três hospitais de Campinas indicou que 50% dos acidentes registrados ocorriam na posição da mulher por cima do homem. 
     

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    O mesmo afirmou o urologista Sidney Glyna para nossas colegas da revista Cosmopolitan. Ele alerta que, mesmo que a fratura não aconteça, movimentos muito bruscos podem causar microtraumas em seu parceiro, que com o tempo se acumulam e causam a chamada Doença de Peyronie, criando uma fibrose em torno do pênis.

     

    Via VIP.

  • 25/09

    Coca-Cola 

    Para os amantes de café (ou refrigerante), um novo sabor de Coca-Cola foi lançado no Japão: Coffee Plus, bebida com 50% menos calorias e 50% mais cafeína.

    O refrigerante, exclusivo para máquinas de venda automática (também chamadas de vending machines), é vendido latas de 190ml, com 34mg de cafeína. Curiosamente, esta é exatamente a mesma quantidade de cafeína na latinha de Coca comum, com quase o dobro do volume (354 ml) — como indica esta publicação norte-americana.

     

    Coca-Cola 

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    Na Coffee Plus, a cafeína é adicionada em forma de extrato em pó — o que não fez diferença nenhuma de acordo com os japoneses que experimentaram o drinque. Com menos mililitros, ela acaba tendo menos calorias que a latinha comum. E segundo os japoneses, não há cheiro de café, nem coca: ao invés disso, é algo “estranho” e “curioso”.

    Por enquanto, nada deste sabor inusitado por aqui – no começo deste ano, a Coca lançou os sabores limitados de limão siciliano e laranja (ambos esgotados no site da marca).

     

    Via VIP.

  • 09/08

    railgun 

    Embora ela ainda não seja tão portátil quanto as armas de Quake 3 Arena e Quake Live, a railgun desenvolvida pela Marinha dos EUA realmente parece preparada para a batalha. O brinquedinho vem ganhando destaque desde 2012 e chegou a figurar em um vídeo de testes bastante impressionante em 2015. Agora, no entanto, o equipamento militar parece devidamente pronto para ser colocado à prova em condições reais de uso.

     

    Um comunicado disparado pelo escritório de pesquisa do órgão informou que o projeto – baseado em propulsão eletromagnética e não em explosões – ficou mais encorpado e já é capaz de fazer salvas de disparos múltiplos em uma configuração de baixa energia. Claro que esse modo de ataque é temporário, uma vez que os militares querem expandir muito em breve a potência e a cadência dos tiros.

     

     

    Segundo a ONR, a ideia é que, até o final deste ano, o canhão consiga disparar até dez projéteis por minuto com uma força de 32 megajoules. Parece pouco? Bem, vale notar que essa é praticamente a mesma energia gerada no impacto de 32 carros de uma tonelada colidindo, simultaneamente, a quase 260 km/h. Some a isso uma munição destruidora e de altíssimo calibre e a receita do caos e da danação está pronta.

     

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    Mesmo com avanços expressivos nessa iniciativa, a Marinha norte-americana ainda não sabe dizer com certeza quando a railgun será disponibilizada em sua versão final para destroyers da categoria Zumwalt. A expectativa inicial era que isso acontecesse em algum ponto de 2018, mas essa agenda tem altas chances de não ser cumprida.

     

    Via Tecmundo.

  • 01/08

    Jedi 

    Quem venceria uma batalha entre cavaleiros medievais e cavaleiros Jedi? Talvez essa ideia já tenha passado pela cabeça de muitas pessoas, e uma delas, a responsável pelo canal SergiuHellDragoonHQ no YouTube, decidiu fazer uma simulação para mostrar como seria esse embate épico.

     

    Utilizando um simulador, o responsável pelo canal decidiu fazer um teste para verificar quantos cavaleiros medievais os combatentes vindos diretamente do universo de Star Wars são capazes de derrotar antes de baterem as botas. O resultado dessa saga pode ser conferido no vídeo que está na sequência:

     

     

    Caso não esteja com muito tempo para acompanhar os quase 30 minutos de vídeo, eis aqui uma informação importante: um grupo organizado de 300 Jedi consegue derrotar um exército composto por 60 mil cavaleiros da Idade Média. Claro, é preciso levar em conta que estamos falando de uma simulação que não considera cansaço e outros efeitos, e possivelmente em uma batalha dessas também haveria arqueiros para complicar os lado dos guerreiros criados por George Lucas.

     

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    Aliás, caso esteja curioso, o canal em questão conta com várias outras simulações nesse estilo, colocando combatentes e personagens de universos distintos para medir forças até que apenas um dos lados sobreviva para contar história.

     

    Via Tecmundo.

  • 07/07

     

    Nas últimas semanas a internet está sendo tomada por notícias envolvendo bonecas e robôs para finalidades sexuais. No entanto, especialistas conduziram um estudo que atesta que, apesar de oferecer experiências para pessoas idosas, deficientes ou que sofrem com problemas de interação social, o uso dos androides também podem influenciar em tendências preocupantes de comportamento, como no aumento da objetificação da mulher.

     

    As informações estão contidas no relatório da Fundação pela Robótica Responsável, a FRR. O grupo admitiu que os robôs podem, sim, ser uma “revolução” sexual, mas também podem distorcer as percepções de consentimento e até mesmo serem usados para satisfazer desejos que, na prática, são ilegais.

     

    É o caso do modelo “RoxxxyGold” que contém um modo chamado “Frigid Farah”, ou “Farah Frígida”, que é descrita como “reservada e tímida”, com sua fabricante indo mais longe e descrevendo a experiência com o robô: “se você tocá-la em suas partes íntimas, o mais provável é que ela não apreciará muito seus avanços” – o que é suficiente para que a interpretação seja de que a coisa toda estimula fantasias relacionadas a estupros.

     

     

    Noel Sharkey, um dos envolvidos com o documento e professor de inteligência artificial e robótica na Universidade de Sheffield, explica: “Algumas pessoas podem até dizer que é melhor que estuprem robôs do que pessoas reais – é um dos argumentos. Mas outras pessoas estão dizendo que isso vai encorajar ainda mais os estupradores”.

     

    Outra ideia que causa medo é que a indústria vá mais longe e crie modelos de robôs sexuais baseados em crianças. Na verdade, isso já existe no Japão, criação de uma empresa de um pedófilo confesso que afirma que os robôs previnem que ele abuse de crianças de verdade.

     

    “Tratar pedófilos com robôs sexuais de crianças é uma ideia duvidosa e repulsiva. Imagine tratar o racismo deixando que uma pessoa abuse de um robô com tom de pele mais escura: isso funcionaria? Provavelmente não”, explica Patrick Lin, diretor de ética e ciências emergentes na Universidade Politécnica do Estado da Califórnia.

     

    Ainda assim, os especialistas acreditam que o que é preciso é buscar um equilíbrio. Dra. Aimee van Wynsberghe, professora assistente em ética e tecnologia na Universidade Tecnológica de Delft e co-diretora da FRR, diz: “É claro que existem benefícios na tecnologia, mas, como todas as outras coisas, existe um equilíbrio. Você tem que encontrar a harmonia entre não ter regulamentação alguma – o que abre precedentes para bonecos de mulheres como objeto e crianças – e ter regulamentação demais, o que pode fazer com que a tecnologia fique muito rígida”.

     

    “Se estamos falando de indivíduos que não apenas sofrem com deficiência mas também com traumas, de alguma forma isso pode ser um instrumento benéfico para, de alguma forma, ajudá-los em seu processo de recuperação”, explica a doutora.

     

    Atualmente, quatro grandes empresas são conhecidas por fabricar robôs sexuais, com preços que vão de US$ 5 mil (R$ 16,4 mil) até US$ 15 mil (R$ 49,3 mil). Alguns lugares já fazem aluguel dos androides nos Estados Unidos e uma cafeteria com “ciborgues eróticos” como atendentes está sendo cogitada para abrir em Londres.

     

    Via Mega Curioso.

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