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Garotas de programa de Brasília - Brasil lovers

 

1. Antes e depois do nascimento: não tem chance alguma de ter sido trocado na maternidade

 

 

2. Autorretrato feito aos 13 anos e depois aos 23

 

 

3. Cristiano Ronaldo em duas versões

 

 

4. Rick Genest, o Zombie Boy, com suas tatuagens e maquiado como se nunca tivesse desenhado nada

 

 

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Postado em: Antes e depoisCuriosidades Por: Binho

Você já imaginou um mundo onde TODO MUNDO, não estaria usando ROUPAS?! O que as ROUPAS mudaram no MUNDO?! Será que a gente seria diferente, será que o mundo seria diferente, se não USÁSSEMOS ROUPAS?!

 

Postado em: Nem eu SabiaVídeos Por: Binho

1. Jack Sparrow

O alucicrazy protagonista da série “Piratas do Caribe” tem uma imagem bastante reconhecível: cabelos com dreads, bandana, barba comprida e um monte de ornamentos. Tirando todo esse visual espalhafatoso, ele ficaria parecido com um pirata de prédio.

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2. Voldemort

O maior vilão da saga “Harry Potter” perdeu seu nariz e seus cabelos. Será que com ambos intactos ele ainda seria assustador? Confira você mesmo e chegue à sua própria conclusão:

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3. Coringa

O personagem deu a Heath Ledger um Oscar póstumo de melhor ator coadjuvante. Sua interpretação encantou e assustou o mundo, mas sem toda a maquiagem pesado e bagunçada ele poderia trocar o “Batman” pelo “RuPaul”.

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4. Doc Brown

Todo cientista maluco precisa ter uma aparência maluca para ser convincente, e o Doc Brown, de “De Volta Para o Futuro”, leva essa regra à risca. Ainda bem, já que sem sua vasta cabeleira branca e desgrenhada ele seria muito mais parecido como um vilão de 007.

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5. Dumbledore

O professor Dumbledore, de “Harry Potter” parece não passar por um salão de cabeleireiro há algumas décadas. Para dar um tapa nesse visual, que tal se ele tivesse o cabelo mais curtinho e a barba sem a trança? Ah: e esqueça aqueles óculos pendurados na ponta do nariz…

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6. Superman

Em “Os Incríveis”, é explicado por que os super-heróis não deveriam ter capas em seus uniformes – e, convenhamos, o Superman não precisa dela para voar. Assim como não faz sentido aquela cueca por cima do uniforme. Só que se retirarmos tudo isso de sua caracterização vai parecer que ele está indo para uma aula de ginástica.

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7. Legolas

O arqueiro Legolas é o elfo loiro cabeludo mais desejado da Terra-média – ao menos pelos fãs de “O Senhor dos Anéis”. Mudar esse visual para algo mais limpo aproximaria o personagem muito mais da lenda do Rei Arthur do que a do Um Anel, não acham?

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8. Freddy Krueger

O assassino que ataca em sonhos na série “A Hora do Pesadelo” possui um visual icônico: cicatrizes de queimaduras pelo corpo, chapéu, camisa listrada e uma luva com garras afiadas. Já imaginou se ele não tivesse ao menos as marcas do acidente com fogo? Continuaria assustador, mas muito mais humano.

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Via Megacurioso.

Postado em: CinemaCuriosidades Por: Binho
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Hoje nós vamos saber, o que aconteceria com você se você resolvesse comer apenas UMA COISA pela sua VIDA TODA! Será que nós poderíamos passar mal?!

 

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eleições 

Estômago, bolso, coração e cérebro. São esses, e nessa ordem, os elementos que compõem a “geografia do voto”.

Para Gabriel Rossi, especialista em marketing, quanto mais incerta a conjuntura política, mais os princípios fundamentais do marketing são amplificados.

Por isso, ele e o núcleo de educação a distância da ESPM criaram o curso O Comportamento do Eleitor de 2018 e Como Construir Campanhas Vencedoras para quem pretende se candidatar pela primeira vez ou trabalhar em campanhas.

O curso de extensão tem sete encontros por webconferência.

A primeira turma aconteceu em novembro e uma nova foi aberta para abril. “A economia continua tendo importância no processo decisório, assim como é imprescindível o uso da emoção”, afirma Rossi.

“Marketing é o estudo da realidade, é se organizar pela perspectiva do eleitorado. Com essa visão e as técnicas corretas, o cidadão pode e deve entrar na política para ajudar a promover mudanças tão desejadas.”
 

As cinco lições

 
1. Tenha o pé na realidade

“Não há campanha, marca política ou projeto de marketing eleitoral que tenda a ser vencedor se estiver dissociado do ‘princípio de realidade’”, diz Rossi.

“Uma campanha se insere sempre num contexto histórico e em uma conjuntura de dados, de modo geral, a da conservação (continuidade) ou a da mudança.”
 
2. Posicione-se com atenção

“O eleitor de 2018 vai querer que políticos saiam de cima do muro, mas sem o ‘pé na porta’”, conta o professor.

“Com as redes sociais e tantas outras plataformas, ‘marcas políticas’ precisam sempre buscar uma forma direta de interação e humanização.

Cada vez mais os candidatos precisarão mostrar, através de ideologias e causas, personalidade para estreitar o relacionamento com seus stakeholders [público].

Mas não vale opinar apenas pelo ato de opinar. É fundamental uma avaliação profunda.”
 
3. Entenda o eleitorado

“Passa a ser mais difícil entender eleitores pelo perfil demográfico.

Vivemos uma época marcada pelo fim dos estereótipos. O conceito de juventude não tem a ver com número. ‘Idade de espírito’ é o termo da vez.

O conceito de classe social também vem sofrendo deteriorações. A influência não vem mais apenas do topo da pirâmide.

Ela flui por todos os lados. Em suma: as mudanças tecnológicas e culturais não dão mais tempo para separar pessoas (eleitores) em gerações.

Faz-se necessário criar grupos por meio de conjuntos de hábitos, lifestyle.”
 
4. Estude a teoria

“O sociólogo francês Roger-Gérard Schwartzenberg, em O Estado Espetáculo (1977), afirma que quatro arquétipos podem definir um político: herói, homem simples, pai e o líder-charme. Fernando Collor de Mello surgiu em um momento de mazelas. Prometeu passar a limpo o país e alavancá-lo. Seu arquétipo era do herói. Luiz Inácio Lula da Silva emergiu das massas e chegou ao poder — o homem simples. Getúlio Vargas era o pai, passava a ideia de protetor e ‘cuidador’. O líder-charme é aquele que, com sua presença, beleza e carisma, desperta encantamento e persuasão: Juscelino Kubitschek.”
 
5.Marketing é essencial

“Marketing é a leitura da realidade, a arte de ouvir o eleitor e se organizar pela perspectiva dele. A questão egoica inerente em boa parte de nossos políticos é cada vez mais mal vista. É preciso falar diretamente sobre benefícios, valores e contar boas e autênticas histórias.”

 
Via VIP.

Postado em: CuriosidadesNotícias Por: Binho
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