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Garotas de programa de Brasília - Brasil lovers

 

Calma minha gente, não estou defendo o fim do presidencialismo, conquistado em plebiscito, para reinstalar a monarquia ainda que defendida por uma parte considerável da população atual brasileira – que conta com 4 partidos pró-monarquia -, mas esses jogos Olímpicos em Londres fez achar uma solução interessante para a minimização de nosso fisco at home na Copa do Mundo que se apresenta.

 

Inglaterra, Irlanda do Norte e todo aquele grupo de países pequeninos que caberiam aos montes em nosso Brasil e ainda assim enfrentam crises financeiras, quando em jogos olímpicos não vão no pelo, como nós brasileiros que baseamos nossas esperanças medalhísticas em 2 ou 3 esportes individuais e fazemos mandinga na natação, mas se juntam como outrora e montam putas equipes (quando possível) com o nome de Grã Bretanha. Numa Copa do mundo, por exemplo, usando a mesma artimanha poderiam escalar há alguns anos Beckham e Giggs no mesmo meio de campo. Achei interessantíssimo e vasculhando a história, vi que podemos fazer o mesmo.

 

Nossa seleção principal não dá sangue desde o último jogo oficial de Ronaldo e Portugal não fatura nada desde o lendário, idolatrado, salve salve terceiro lugar liderado por Eusébio em 1970. Não seria interessante juntar o sujo com o esfomeado e montar uma seleçãozinha pelo menos competitiva? Uma pseudo-pátria totalmente recordativa chamada Brasil Colônia ou Império do Brasil (nome de nosso país na época imperial) juntaria craques e sub-craques que sozinhos não dão vazão, mas juntos poderiam render uma boa feijoada cercada de mulheres bigodudas. Já imaginaram nossa seleção e nossos irmãos colonizadores entrando em campo com: Jéfferson, Pepe, Thiago Silva, Dani Alves, Marcelo; João Moutinho, Ramires, Deco e Oscar; Neymar e Cristiano Ronaldo. Chega a ficar difícil escalar sem cometer nenhuma injustiça.

 

Pode parecer viagem minha, e é, mas fala que não seria uma boa ideia? Por que a rainha da Inglaterra pode montar panela pra fazer vexame nas Olimpíadas e nós não? Na minha época, separou é porque não ta junto mais. Essa moda de separou, mas ta junto só existe no Castelo de Buckingham.

 

Precisamos ver com os caras esquisitos da ponta leste da Europa se tal alternativa é viável. Teríamos muito time, muitos suplentes interessantes e a probabilidade de termos Mourinho como técnico da seleção ao invés de Hermano Menezes. O único ponto ruim – e bota ruim nisso – é que se a moda pega teríamos Messi jogando pela Espanha, afinal Colônia que dá em Chico dá em Francisco.

 

Pensando bem…. Melhor deixar como está, né?

 

Dois Toques e a gente sai na cara do gol!

 

 

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Postado em: Dois toques Por: Jo-Mariano

O Banco Central do Brasil lançará em agosto duas moedas comemorativas de R$ 1 e R$ 5 em homenagem às Olimpíadas do Rio de Janeiro. A novidade foi divulgada nesta quinta-feira, e é fruto de uma parceria entre a instituição, a Casa da Moeda e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

 

 

Na moeda de R$ 1, que será bimetálica como a que já está no mercado, o núcleo prateado trará a legenda “Brasil” com a logomarca dos Jogos Rio 2016 e, no centro, a Bandeira Olímpica. No anel dourado, estará escrito “Entrega da Bandeira Olímpica” e “Londres 2012-Rio 2016”.

 

Serão produzidas 2.016.000 peças, sendo uma parte comercializada em embalagens especiais para colecionadores e o restante colocado em circulação por meio da rede bancária.

 

Também será lançada a moeda de R$ 5, valor ainda inexistente no mercado nacional. Terá tiragem de 5 mil peças e será produzida em prata, com a Bandeira Olímpica no centro, a legenda “Entrega da Bandeira Olímpica” e a logomarca dos Jogos Rio 2016. No reverso, uma imagem da Torre de Londres e o Cristo Redentor, representando a capital inglesa e o Rio de Janeiro.

 

Via G1.

Postado em: ImagensNotícias Por: Binho

 

Veja uma ficha completa de todos os estádios que serão realizados os jogos de futebol nas Olimpíadas de Londres 2012.

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Postado em: CuriosidadesImagens Por: Binho
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Aproximando o início das Olimpíadas e visando o complexo de vira-lata que se torna cada vez mais alarmante e de níveis assombrosos graças ao encurtador de tempo e espaço onde mentes brilhantes (ou não) podem divulgar seus pensamentos (internet), vamos faz um acordo tendo como finalidade o bem estar da Nação durante e depois do vice-maior torneio do planeta – as Olimpíadas?

 

Vamos considerar que os deuses do monte Olimpo resolveram dar uma moral legal pra brazucada e nos deram um grupinho moleza, mamão com açúcar, e tão fácil de passar quanto fome na Malásia. Egito, Bielorrússia (nem sabia que ainda existia) e Nova Zelândia não poderão jamais nos fazer frente, e se tem um jogo que toleraria o mínimo de sufoco esse jogo é o primeiro, por se tratar da estreia e ser contra uma seleção africana, onde as crianças são registradas entre 5 e 10 anos de idade. Fora essa, não queremos saber de lenga-lenga. Todavia, passando de fase esqueçamos o que aconteceu na primeira, pois o mata-mata é o momento em que a criança chora e mãe joga bisca. Esguelar é vão.

 

Vencer uma Olimpíada não é nada complicado e tirando os grandalhões africanos visivelmente com idades adulteradas nosso único e maior adversário será o povo brasileiro sedento de sangue futebolista caso o ouro escape mais uma vez.

 

 

Nunca vencemos esse campeonato no futebol, então encaremos esse esporte olímpico como esgrima, tiro de lado, vôo pelo arco e compreendamos que embora tenha tenhamos uma certa vantagem natural e títulos infindáveis no esporte, quando o mesmo é disputado na competição dos cinco anéis, o bicho pega – por trás e com terra.

 

Já teremos que aturar uma Olimpíada fora da Globo – pra quem só comunga com a TV aberta- o que já está deixando com cara de jogos de inverno, torneio de primavera, show da Madonna- e o que é pior, na Record. Há quem diga que é uma jogada do COB, uma vez que na Record se o time sofrer gol e precisar virar basta encher um copo d’água, colocar sobre a TV, depositar vinte pilas na conta do cara do terno e seu desejo será realizado. Ainda bem que os caras do gato-net foram enviados como mensageiros da luz para salvar a ralezada que pirateou um sinal digital do vizinho endinheirado. Record, ninguém merece.

 

Fim de julho chega como chuva no verão e num ano que Corinthians foi campeão da Libertadores, Palmeiras tira onda de time grande, Botafogo contratou o Seedorf e o Atlético-MG não começa o Brasileirão fazendo pacto anti-degola é bem possível que voltemos de Londres com a taça nas mãos e com um gol salvador do mais detestado da seleção-kid. Alguém sabe quem é esse cara?

 

Dois Toques e a gente sai na cara do gol!

 

 

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Postado em: Dois toques Por: Jo-Mariano


As Olimpíadas estão chegando, Londres já se vê preparada e nosso comitê brazuca mais uma vez partirá sob o lema ”Tentaremos não fazer tão feio” – como todo ano olímpico. Vendo os discursos de muitos dos atletas olímpicos Brasil, porte físico, vontade e certeza de vitória, penso. Não estaria o COB dando dentadura a quem não tem boca?

 

A cultura tupiniquim desde os tempos que Cabral pisou em terras tropicais atesta que só somos sinistros na base do mulão, da galera reunida, do comboio e que quando mandam o brasileiro se virar ser um braço amigo a situação estreita. Nosso forte é esporte coletivo. Poucos são os nadadores, saltadores e outros “ores” que sozinhos conseguem disputar uma competição cheios de vontade e não saem de lá sem patrocinadores. Cielo, Thiago Pereira emais dois ou três até merecem investimentos, mas não vejo lógica em patrocinar bailarinas subaquáticas e atiradores de arco e flecha que não falem tupi-guarani. Enquanto muito poderia estar sendo feito por jovens promessas do atletismo (que vão aparentemente bem para a disputa, mas que na raia somem entre os músculos bem torneados de americanos, jamaicanos, quenianos e tobaguianos) o dinheiro é pessimamente investido em jogadores profissionais de badminton. Gente, peteca!

 

Como pode um cidadão ou vários cidadãos engravatados com pelo menos um doutorado no currículo, não ter ciência de que campeonato de peteca no Brasil só dá vazão se na vinheta da Globo vir escrito OPEN BAR? Esgrima, Hóquei sobre a grama, Pentatlo Moderno, Halterofilismo, pra quê?

 

Joguemos a toalha. Os praticantes de halterofilismo podem muito bem serem encaminhados ao MMA, galera da esgrima aproveita o físico de grilo atleta e parte pro taekwondo, Hóquei sobre a grama tenta vaga numa peneira de futebol e a galera do badminton aproveita a raquete e parte pro tênis.

 

Não é nada vantajoso, nem rentável e ainda fere a auto-estima investir em atletas amadores para disputarem uma competição importantíssima defendo o país e termos que ouvir que o Brasil teve sua melhor colocação na história no tiro com arco ocupando o 83º lugar. Muito mais proficuidade há em destinar a verba a centros formadores de atletas para que em longo prazo o resultado possa ser no mínimo satisfatório.

 

Já deixei claro a todos que assim como faço todos os anos (exceto no futebol) abster-me-ei das Olimpíadas e só verei o Brasil em replays de improváveis pratas e bronzes que sempre acontecem justamente quando o povo já contava com o ouro. Porque perder meu tempo assistindo a Pátria Mãe passar vergonha e nível mundial, disso eu não preciso.

 

Dois Toques e a gente sai na cara do gol.

 

 

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Postado em: Dois toques Por: Jo-Mariano
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