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Garotas de programa de Brasília - Brasil lovers

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Os craques do Brasil na Copa da Rússia enfrentaram bastante pressão pela responsabilidade dentro de campo.

No clube ou na Seleção, para suportar esse estresse, talvez alguns tenham como hobby dar uma voltinha para relaxar no tempo livre.

Com os possantes que eles têm na garagem, fica até fácil esquecer dos problemas e aproveitar o extracampo…

Confira as máquinas dos boleiros

 

1. Marquinhos – Ferrari 458

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O zagueiro do PSG da França não é titular ao lado de Miranda e Thiago Silva, mas desfila com um clássico pelas ruas de Paris.

Seu carro tem 570 cv e 4.5 V8.

 

2. Alisson Becker – Range Rover Sport

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O goleirão do Brasil, que mora em Roma e joga no time de mesmo nome, tem chance de se transferir para outros clubes depois da Copa.

Será se ele iria até outro país para não se desfazer de seu Range Rover?

O carro atinge velocidade máxima de 200 km/h, tem 525 CV e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos.

 

3. Gabriel Jesus – Mercedes-Benz GLE Coupé

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Artilheiro de Tite, o menino Jesus ainda não desencantou na Copa como faz no Manchester City, da Inglaterra.

Uma dica boa para ele é se inspirar na potência e na velocidade de sua Mercedes (marca preferida do jogador).

Seria uma certeza de gols, já que o monstro tem 333 cavalos e vai a 100 km/h em menos de 6 segundos.

 

4. Thiago Silva – Audi RS 6 R ABT

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O xerifão da zaga brasileira, que deixou o seu gol contra a Sérvia, é outro bon vivant que aproveita Paris com estilo.

Seu Audi de 605 cavalos tem um motor 4.0 V8 de dar inveja.

 

5. Willian – Bentley Bentayga

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O ponta da Seleção e do Chelsea é conhecido por um futebol rápido.

Mas seu SUV, que bate 100 km em 4 segundos, chega a 301 por hora e talvez seja seu espelho dentro de campo.

 

6. Neymar – Ferrari GTC4 Lusso

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O grande craque do time de Tite é outro a enfeitar as ruas francesas italiano.

Com ousadia, alegria e muita potência, o menino Ney arranca com singelos 690 cavalos.

Para atingir os 100 km por hora, só 3 segundos – tão rápido quando sua ascensão desde os tempos de Santos.

 

7. Renato Augusto – Patinete Elétrico

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Não, você não leu errado.

O meia do Beijing Guoan optou por uma forma alternativa de ir aos treinos, tanto pela comidade, quanto pela mentalidade sustentável.

 

Via VIP.

Postado em: CarrosCuriosidades Por: Binho

Neymar 

Grupo fechado. Eis um daqueles chavões usados para qualquer coisa no futebol.

Time está mal das pernas perigando cair? Fecha o grupo, não fala com a imprensa, contra tudo e contra todos.

Time perto de ganhar um campeonato? Fecha o grupo, não fala sobre o título, não fala com a imprensa, com a mãe nem o cachorro.

O problema é que muitas vezes um grupo se fecha tanto que acabando sufocando os (enormes) egos dos jogadores.

Muitas vezes isso acaba implodindo a equipe, demitindo técnicos ou até mesmo demitindo uma barca de jogadores no meio da temporada.

Em outras situações, esses grupos entendem que eles podem se odiar fora de campo, mas dentro podem ser protagonistas de momentos históricos.

Inspirado na “briga” entre Neymar e Cavani, lembramos alguns times que se odiavam profundamente entre si, mas que são amados eternamente nos corações dos torcedores.

 

Real Madrid 1959-60

Neymar

O Real já era tetracampeão da Europa quando contratou Didi, eleito melhor jogador da Copa de 1958.

Ele faria um trio de sonhos com Puskás, da mítica Hungria da Copa de 1954, e o argentino Di Stéfano, o dono do time em campo e fora dele.

Irascível e talentosíssimo, Di Stéfano corria pelo campo todo por 90 minutos e exigia dos outros a mesma garra – quase sempre xingando.

Já Didi sempre teve um estilo clássico, lento e cadenciado, preferindo dar passes e chutes precisos a sair correndo. Bastaram poucos jogos da temporada 1959-60 para Di Stéfano perder a paciência e exigir que o brasileiro fosse sacado.

Para complicar, Guiomar, a mulher de Didi, procurou a imprensa para acusar o argentino de ciúmes, racismo e sabotagem, o que só piorou a situação.

No fim, voltou para o Botafogo depois de apenas 19 jogos, todos pela liga espanhola e nenhum pela Copa dos Campeões da Europa, que o Real ganhou de novo naquela temporada.

No livro The Real Deal: A History of Real Madrid, o autor Jimmy Burns conta: “Di Stéfano diria depois que Didi simplesmente não lutava o bastante pela bola e a perdia muito facilmente”.

 

Palmeiras 1993-94

Neymar

A rica parceria com a Parmalat encheu o Palmeiras de craques. E de egos.

No núcleo duro de Antônio Carlos, Roberto Carlos, Edílson, Edmundo e Evair, várias antipatias, silêncios de desprezo e bate-bocas aconteciam nos bastidores.

Até mesmo brigas físicas: nos intervalos de duas partidas diferentes, Edmundo trocou socos com Antônio Carlos e, em outra oportunidade, com Edílson – hoje em dia, com todos aposentados como jogadores, vários integrantes daquele time vêm abrindo esses casos para a imprensa.

O técnico Vanderlei Luxemburgo deixava que eles se virassem e dizia que só tiraria brigões do time se eles não trocassem passes em campo.

E assim toda essa tensão resultou no fim do jejum de 17 anos sem títulos e nos bicampeonatos paulista e brasileiro.

 

Corinthians 1998-2000

Neymar

Outro time com a soma de ódios, talentos e egos.

Rincón e Marcelinho Carioca eram os protagonistas: brigaram entre si (o gigante colombiano arremessou o pequeno carioca contra um armário no vestiário do estádio do San Lorenzo, na Argentina) e com outros.

Rincón trocou socos com Mirandinha e peitadas com Edílson. E Edílson já confessou que, depois de um treino, correu atrás de Marcelinho com uma faca – só para assustar…

Esse poço de inimizades rendeu o bi no Brasileirão e o título do primeiro Mundial de Clubes da Fifa em 2000.

Desmanchou-se em seguida, com direito a um P.S. em 2001: Marcelinho espalhou para o grupo que Ricardinho era dedo-duro, foi devidamente desmentido e acabou expulso do clube.

 

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Manchester City 2011-12

Neymar

Comprado em 2008 pelo xeique Mansour, dos Emirados Árabes, para voltar a ser um time grande, vencedor e cheio de estrelas, o City finalmente engrenou em 2011-12, disputando ponto a ponto a liderança da Premier League inglesa com o rival Manchester United.

Mas, na reta final, o temperamental italiano Mario Balotelli começou a encrencar. Em treinos, se desentendeu com Jerome Boateng e Micah Richards.

Discutiu com Kolarov em campo numa derrota para o Swansea e se engalfinhou com Yaya Touré no intervalo de um empate com o Sunderland.

Mesmo com Balotelli criando problema e com esses tropeços, o City chegou ao último jogo dependendo de si mesmo. E foi campeão depois de 43 anos numa virada que parecia roteiro de filme, com dois gols nos acréscimos.

 

Via VIP.

Postado em: CuriosidadesEsportes Por: Binho

Houve uma época que as maiores estrelas do futebol mundial jogavam na Itália. Com saudade desse tempo, o designer inglês Angelo Trofa fez um exercício de criatividade: em quais clubes os craques de hoje jogariam na Série A dos anos 90? A brincadeira resultou em figurinhas e escolhas bem curiosas, como O Neymar na Fiorentina, veja abaixo:

 

– NEYMAR (Fiorentina) e MESSI (Internazionale)

O jogador brasileiro Neymar foi parar na Fiorentina, enquanto o argentino Messi veste a camisa do Inter de Milão. Angelo não explica a escolha pela Viola para o ex-santista, mas lembra que o Inter dos anos 90 estava sempre atrás do melhor do mundo (Ronaldo trocou o Barcelona pelo clube em 1997).

Neymar 

– CRISTIANO RONALDO (Brescia) E DAVID LUIZ (Sampdoria)

O romeno Hagi trocou o Real Madrid pelo Brescia em 1992. A transferência inspirou o designer a colocar Cristiano Ronaldo no time, lembrando ainda que outras estrelas atuaram por lá, como Pirlo, Guardiola e Baggio. O zagueiro brasileiro virou reforço do Sampdoria, equipe que sempre contou com defensores fortes.

 

Cristiano Ronaldo 

– LUKAKU (Milan) e DI MARÍA (Atalanta)

Para o designer, o Milan se destacava por contratar jovens talentos negros, como Vieira, Davids e Kluivert. Assim, Lukaku seria o escolhido agora. No Atalanta, Di María repetiria os passos de Cannigia, carrasco do Brasil na Copa de 90.

Di María 

– AGÜERO (Parma) e Özil (Roma)

O Kun ganhou a camisa do Parma, clube que investiu bastante em argentinos (nomes como Almeyda, Balbo, Crespo, Ortega, Sensini e Verón passaram por lá). Para Özil no Roma, uma pergunta: “Ele seria compatível com o jovem Totti?”

Agüero 

Via Brasil Mundial FC.

Postado em: Curiosidades Por: Binho
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nike

 

 

Que tal bater aquela pelada do final de semana com um ou outro jogador conhecido do futebol mundial? Isso mesmo, já imaginou se quando você estivesse naquele campinho da quadra de cima junto com seus colegas, entre os participantes que fossem selecionados para compor cada um dos times (normalmente divididos como sendo “com camisa” e “sem camisa”) estivessem figuras como Cristiano Ronaldo e Neymar?

 

E que tal se o ambiente fosse se transformando em um verdadeiro amontoado de feras, com as presenças de Ibrahimovic, Wayne Rooney, David Luiz, Piquet, um carteiro e até mesmo o incrível Hulk. Mas o que o personagem verde esmeralda da Marvel tem a ver com essa inusitada partida meio sem pé nem cabeça?

 

Pois essa questão e várias outras só poderão ser descobertas quando você assistir ao mais novo comercial da Nike, que com a proximidade da Copa do Mundo da FIFA no Brasil logicamente é totalmente voltada ao futebol. Mas é bom avisar que a propaganda carrega consigo uma tonelada de referências da cultura pop, moderna e esportiva em geral, o que faz valer a pena conferir o vídeo acima até mais de uma vez.

 

Será que o Neymar realmente iria passar a bola? Será que o vaidoso português que ostenta o título de atual melhor jogador do mundo deixaria a posição de batedor do último pênalti? Pois essas duas situações, pessoalmente, estou “pagando para ver”. O que você acha?

 

Via Megacurioso.

Postado em: CuriosidadesVídeos Por: Binho

cristiano ronaldo

O jogador português Cristiano Ronaldo foi eleito pela segunda vez na carreira o melhor jogador do mundo. Ele desbancou o argentino quatro vezes vencedor do prêmio Lionel Messi e o francês Franck Ribery, segundo e terceiro colocados respectivamente.

 

O atacante Neymar pode não ter levado a Bola de Ouro, mas o resultado divulgado pela Fifa minutos após a consagração de Cristiano Ronaldo em Zurique, na Suíça, foi mais do que satisfatório para o brasileiro. O camisa 11 do Barcelona ficou na quinta colocação na eleição da entidade máxima do futebol, com 3,17%. O português somou 27,99%.

 

Veja abaixo a lista dos principais votos na eleição do Bola de Ouro da FIFA:

 

bola de ouro

 

Notícia completa aqui.

Postado em: EsportesNotícias Por: Binho
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