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  • 18/07

     

    Todos nos amamos os filmes da Disney, principalmente os da Pixar, que são realmente extraordinários, a maioria dos filmes podem ser vistos tranquilamente por crianças e adultos por trazerem aspectos comuns do relacionamento entre pessoas, e piadas que transcendem qualquer idade.

     

    Se você já viu algum desses filmes dublado, já deve ter notado que normalmente é feita uma adaptação de algumas piadas para trazê-las para o contexto do dia a dia brasileiro, o que poucos sambem é que muitas cenas dos filmes são alteradas para alguns países, nos separamos 9 cenas que foram alteradas para versões fora dos Estados Unidos.

     

    1. Divertida Mente (Pixar)

     

     

    Ver versão americana, há uma cena onde mostra como funciona as emoções na cabeça do pai de Riley assistindo hóquei. Na versão internacional, foi substituído por futebol.

     

    2. Toy Story (Pixar)

     

     

    No segundo filme, Buzz Lightyear faz um discurso para todos os brinquedos de Andy para inspirá-los em sua busca de Woody. O filme original mostra Buzz na frente da bandeira americana e tocando o hino nacional. Para a versão internacional, a bandeira foi substituída pelo globo terrestre, e a música de fundo chama-se One World Anthem.

     

    3. Zootopia (Pixar)

     

     

    A âncora do noticiário foi remodelado para diferentes países. América do Norte, França e Canadá tinham um alce; O Japão tinha um tanuki (cão de guaxinim japonês); Austrália e Nova Zelândia tiveram um koala; A China tinha um panda; O Reino Unido tinha um corgi; O Brasil vangloriou-se com uma onça pintada.

     

  • 13/07

    Wilfred Minter 

    O futebol é um dos esportes que mais mexe com as emoções dos torcedores. Agora, já imaginou acompanhar uma partida com 15 gols? E o pior de tudo: ver o artilheiro que marcou praticamente metade deles sair derrotado. Essa história maluca aconteceu em 1922, na Copa da Inglaterra, e envolveu os times St. Albans City e Dulwich Hamlet.

     

    A partida aconteceu no dia 22 de novembro de 1922 e foi iniciada às 15h. O Dulwich, de Londres, marcou o primeiro gol, mas não contava com um herói do time adversário: Wilfred Minter. O cara foi lá e virou o jogo, metendo logo 3 gols de uma só vez. Se acabasse por aí, ele já poderia pedir música para o “Fantástico” da época, mas o destino ainda seria cruel com o jogador.

     

    O Dulwich consegui virar novamente a partida, mudando o placar para 5 a 3. Acontece que o St. Albans, que atualmente disputa a 6ª divisão do campeonato inglês, estava disputando a partida com um jogador no lugar do goleiro e precisava contar com o talento de sua única estrela para tentar não levar uma goleda.

     

    Wilfred Minter 

    E Wilfred Minter não se fez de rogado. O cara, que em toda a sua trajetória no clube fez 356 gols em 362 partidas, estava inspirado naquele dia e queria pedir DUAS músicas no “Fantástico”. Para isso, ele foi lá e meteu mais 3 gols, novamente virando a partida para 6 a 5. A história poderia acabar por aí, mas o Dulwich empatou e levou o duelo para a prorrogação.

     

    O jogo acontecia no estádio do Dulwich, que conseguiu mais uma virada no começo da prorrogação, obrigado Wilfred a lutar ainda mais! E não é que ele conseguiu? Empatou de novo, agora em 7 a 7, fazendo o St. Albans tentar segurar esse resultado até o final – caso acabasse assim no tempo extra, outro jogo seria necessário, mas desta vez na casa do St. Albans.

     

    Veja mais curiosidades sobre o mundo dos esportes!

     

    Mas não deu certo… No último minuto, o Dulwich sacramentou a derrota do St. Albans, em uma partida que colocaria Wilfred nos recordes mundiais como o jogador que mais fez gols em uma só partida sem com isso dar a vitória a seu time. Os 4 mil torcedores presentes, a maioria do Dulwich, presenciaram algo inédito e até hoje nunca superado. Ao menos eles também tiveram um artilheiro, já que um jogador chamado Davis fez a metade dos gols de seu time.

     

    Via Mega Curioso.

  • 07/07

     

    Nas últimas semanas a internet está sendo tomada por notícias envolvendo bonecas e robôs para finalidades sexuais. No entanto, especialistas conduziram um estudo que atesta que, apesar de oferecer experiências para pessoas idosas, deficientes ou que sofrem com problemas de interação social, o uso dos androides também podem influenciar em tendências preocupantes de comportamento, como no aumento da objetificação da mulher.

     

    As informações estão contidas no relatório da Fundação pela Robótica Responsável, a FRR. O grupo admitiu que os robôs podem, sim, ser uma “revolução” sexual, mas também podem distorcer as percepções de consentimento e até mesmo serem usados para satisfazer desejos que, na prática, são ilegais.

     

    É o caso do modelo “RoxxxyGold” que contém um modo chamado “Frigid Farah”, ou “Farah Frígida”, que é descrita como “reservada e tímida”, com sua fabricante indo mais longe e descrevendo a experiência com o robô: “se você tocá-la em suas partes íntimas, o mais provável é que ela não apreciará muito seus avanços” – o que é suficiente para que a interpretação seja de que a coisa toda estimula fantasias relacionadas a estupros.

     

     

    Noel Sharkey, um dos envolvidos com o documento e professor de inteligência artificial e robótica na Universidade de Sheffield, explica: “Algumas pessoas podem até dizer que é melhor que estuprem robôs do que pessoas reais – é um dos argumentos. Mas outras pessoas estão dizendo que isso vai encorajar ainda mais os estupradores”.

     

    Outra ideia que causa medo é que a indústria vá mais longe e crie modelos de robôs sexuais baseados em crianças. Na verdade, isso já existe no Japão, criação de uma empresa de um pedófilo confesso que afirma que os robôs previnem que ele abuse de crianças de verdade.

     

    “Tratar pedófilos com robôs sexuais de crianças é uma ideia duvidosa e repulsiva. Imagine tratar o racismo deixando que uma pessoa abuse de um robô com tom de pele mais escura: isso funcionaria? Provavelmente não”, explica Patrick Lin, diretor de ética e ciências emergentes na Universidade Politécnica do Estado da Califórnia.

     

    Ainda assim, os especialistas acreditam que o que é preciso é buscar um equilíbrio. Dra. Aimee van Wynsberghe, professora assistente em ética e tecnologia na Universidade Tecnológica de Delft e co-diretora da FRR, diz: “É claro que existem benefícios na tecnologia, mas, como todas as outras coisas, existe um equilíbrio. Você tem que encontrar a harmonia entre não ter regulamentação alguma – o que abre precedentes para bonecos de mulheres como objeto e crianças – e ter regulamentação demais, o que pode fazer com que a tecnologia fique muito rígida”.

     

    “Se estamos falando de indivíduos que não apenas sofrem com deficiência mas também com traumas, de alguma forma isso pode ser um instrumento benéfico para, de alguma forma, ajudá-los em seu processo de recuperação”, explica a doutora.

     

    Atualmente, quatro grandes empresas são conhecidas por fabricar robôs sexuais, com preços que vão de US$ 5 mil (R$ 16,4 mil) até US$ 15 mil (R$ 49,3 mil). Alguns lugares já fazem aluguel dos androides nos Estados Unidos e uma cafeteria com “ciborgues eróticos” como atendentes está sendo cogitada para abrir em Londres.

     

    Via Mega Curioso.

  • 05/07
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