TOPO
  • 13/10

     

    Você conhece alguém que passa o dia todo trabalhando e, quando volta para casa, vira a noite rodeado por televisores? E algum casal que brigou por ter descoberto uma traição nas redes sociais? Quantos amigos seus se recusariam a assistir a um político ridicularizado ao vivo em rede nacional? Estas são só algumas das questões levantadas em Black Mirror, série britânica de ficção científica.

     

    Cada capítulo conta muito mais que uma história de um futuro imaginário. Por trás de efeitos especiais e da imaginação fértil dos roteiristas está um grande dilema: o avanço tecnológico vem para melhorar nossa sociedade ou destruir as relações que nos tornam humanos?

     

    Se você ainda não começou a ver esta série, é melhor não perder tempo: dia 21 de outubro uma nova temporada será lançada pelo Netflix. Neste ano, o serviço de streaming bancou os capítulos inéditos – em 2011, quando começou, a série era produzida pelo canal inglês Channel 4.

     

    Cada episódio conta uma história independente. São apenas três por temporada, além do incrível especial natalino “White Christmas” – o mais angustiante de Black Mirror. Todos mostram diferentes possibilidades de futuro (em alguns capítulos tão próximos de nós que parecem ser reais) em que temas como inteligência artificial, redes sociais, justiça e liberdade são abordados.

     

    Black Mirror 

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    Interessou? Calma lá. Tudo isto parece mesmo muito legal e instigante, mas Black Mirror é para quem tem estômago e vontade de repensar os próprios valores. Para ter uma ideia, o filme Ela (Spike Jonze, 2013), premiado com o Oscar de melhor roteiro original, é uma versão muito mais leve e romântica do tema do capítulo “Be Right Back” da segunda temporada da série. Não espere um blockbuster qualquer: prepare-se para olhar para o espelho sombrio que reflete o pior de todos nós.

     

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