Categoria: Tecnologia

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Na luta pela atenção dos consumidores, os grandes fabricantes de televisores têm pela frente um grande desafio para levar imagens tridimensionais de qualidade e sem a necessidade da utilização de óculos especiais para o ambiente doméstico. O que esperar em um futuro próximo dos Televisores 3D e quais suas principais tecnologias.

Os óculos 3D acabaram por se tornar a única opção daqueles que desejam um espetáculo televisivo mais real, mas aparentemente os seus dias estão contados. Feios e desconfortáveis, eles limitam os movimentos e atrapalham até mesmo o namoro na sala de cinema. Considerando a invasão de TVs domésticas em 3D esperada para esse ano, é possível imaginar os incômodos que os tais óculos possam causar no ambiente doméstico. Ter de procurar seus óculos especiais toda vez que se sentasse para ver TV é quase o mesmo de ter que colocar fones de ouvido toda vez que desejássemos ouvir uma música no rádio. E imagine sentar-se no sofá e descobrir que acaba de partir no meio as lentes de seu óculos 3D?

Porque, afinal, utilizamos os tais óculos? Até o momento, a tecnologia 3D à disposição no mercado exige a utilização dos tais óculos que tem como função “enganar” os olhos, fazendo com que cada um deles veja um dos lados da imagem, criando para o cérebro a falsa sensação de que as imagens saltam da tela. Essa sensação, no entanto, por ser antinatural acaba gerando certo desconforto visual depois de algum tempo, causando irritação visual e até mesmo enjôos. Por conta disso, a indústria de eletrônicos trabalha a todo vapor para desenvolver uma tecnologia que possibilite ao olho humano “ver” o efeito 3D nas telas dos televisores da mesma maneira que a profundidade é percebida no dia-a-dia: De maneira natural. Embora ainda leve algum tempo para que a tal tecnologia da TV 3D sem óculos esteja disponível no mercado, já é possível conhecer um pouco mais sobre as prováveis tecnologias que deverão entrar em nossas casas nos próximos anos.

Uma das principais tecnologias pesquisadas para produzir o efeito 3D tem um nome que nos remete a um aparelho de última geração saído de algum episódio de Star Trek. Trata-se do efeito conhecido como Barreira Parallax. Para os aficcionados por games, no entanto, o nome não soa estranho. Parallax é o efeito que foi largamente utilizado por games 2D no final da década de 80 para criar a sensação de movimentação e profundidade utilizando objetos em velocidade e tamanhos diferentes. No caso da Barreira Parallax das TVs 3D, o efeito é obtido através de barras paralelas que se movimentam em diferentes posições no ecrã LCD, mostrando imagens diferentes para cada um dos olhos, o que cria a sensação de profundidade e movimento. A tecnologia seria promissora, não fosse o fato de que o efeito só funciona de uma determinada posição, o que limita absurdamente a liberdade do telespectador. Imagine não poder se deitar no sofá durante um filme? Além disso, a tecnologia é limitada no que diz respeito ao tamanho do visor e brilho da imagem.

Outra tecnologia, essa velha conhecida dos remanescentes dos anos 80 é baseada nas Lentes lenticulares, que nada mais são do que lentes que são posicionadas de modo a serem vistas de maneiras diferentes por cada um dos olhos, como aquelas revistas em que ao movimentarmos as páginas os personagens mudavam de posição. No caso da tecnologia para TVs domésticas, cada imagem é exibida em graus ligeiramente diferentes para cada um dos nossos olhos, o que cria uma sensação mais espontânea de profundidade, e permite mais ângulos de visualização. Embora promissora, a tecnologia das lentes lenticulares ainda engatinha, principalmente nos modelos de grandes dimensões e de alta resolução. Para se ter uma idéia, o maior modelo disponibilizado até o momento tem uma tela de 12 polegadas e uma resolução de apenas 466 pixels (pontos) horizontais por 350 pixels verticais. Muito pouco, perto dos atuais modelos de TV de alta definição que entregam até 1920 por 1080 pixels.

Outra tecnologia promissora é conhecida como Head Tracking, ou rastreamento de cabeça. Essa tecnologia consiste em uma câmera que localiza os olhos do telespectador e com isso consegue direcionar as imagens mesmo quando ele movimenta a cabeça. O efeito é sensacional, embora até o momento essa tecnologia se limite a criar o efeito em apenas uma pessoa por vez. Essa tecnologia também é uma as bases da pesquisa dos Televisores Holográficos que, embora ainda pareçam distantes, possam vir a se tornar comuns em um futuro bem próximo.

Embora todas as tecnologias tenham potencial para se tornar o próximo padrão de TV 3D, sem dúvida sairá na frente àquela que entregar aquilo que deseja toda pessoa que se senta na frente de um televisor: Cores e imagens deslumbrantes, desfrutadas tranquilamente do conforto de sua poltrona sem a necessidade de acessórios ou ângulos específicos. Afinal de contas, existirá prazer maior de que um bom cochilo em frente à TV?


Fonte: Obvious.org
Segue aí: @JuniorChioratto

Postado em: ImagensTecnologia Por: Juca

Jogo ‘Desafio Rio Boom-eiro’ foi desenvolvido em dois dias e seu título foi inspirado no game ‘Pitfall!’, do console Atari 2600.

As explosões de bueiros no Rio de Janeiro que ocorreram nos últimos dias serviram de inspiração para uma jovem produtora de games carioca criar um jogo no Facebook. Chamado de “Desafio Rio Boom-eiro“, o título, de acordo com os criadores, foi lançado na noite de quarta-feira (6) e, até as 13h desta quinta (7), já tem mais de 5 mil acessos na rede social.

“Estamos sempre acompanhando as notícias e o caso das explosões dos bueiros nos chamou a atenção”, conta Rubens Blajberg, sócio e fundador da Playerum, que criou o game, ao G1. “Em dois dias, usando a ferramenta Flash, desenvolvemos o jogo”.

“Desafio Rio Boom-eiro”, segundo Blajberg, foi inspirado no game “Pitfall!”, lançado para o console Atari 2600 em 1982. “A mecânica é comum nos games e, hoje, andar no Rio de Janeiro é igual em ‘Pitfall!’, pois temos que tomar cuidado para não cair nos buracos dos bueiros”, afirma.

No título da Playerum, o jogador deve utilizar as setas do teclado para se deslocar da esquerda para a direita e saltar pelos bueiros abertos. O desafio aumenta quando os bueiros explodem e o fogo queima o personagem principal ou a tampa do bueiro cai em cima do herói. O usuário tem três chances para fazer o percurso mais longo, mas, se cair no buraco, é game over. Há um ranking on-line que mostra os usuários que percorreram o caminho mais longo.

A Playerum, que tem pouco mais de um ano, desenvolve atualmente advergames para o mercado publicitário e games para redes sociais, mas os sócios já trabalham na criação de jogos para smartphones, que devem ser lançados dentro de quatro meses. “Sentimos falta de jogos com temática nacional. Na época das eleições em 2010, lançamos no Facebook “Tomatocracia”. Nele, o jogador escolhia o Serra ou a Dilma e podiam jogar tomates neles. O jogo teve mais de 30 mil acessos e mais de 1 milhão de tomates foram jogados [contra os políticos]”, conta Blajberg.

Fonte: G1.com.br

Postado em: ImagensJogosTecnologia Por: Juca

O mundo do fast-food e da comida congelada acabou! O interesse entusiasta urbano do início do século vira-se para os jardins, trazendo de volta o campo para as nossas cidades sobrelotadas, lutando agora por uma agricultura urbana comunitária que contribua para a sustentabilidade da cidade e para uma reconsideração da comida e da produção.

Os exemplos de preocupações ecológicas são bastantes: a cimeira de Copenhaga é apenas um e existem muitos outros que se repercutem também na área das artes e da arquitectura. Vincent Callebaut, um arquitecto belga, criou agora o Dragonfly, um projecto que tenciona integrar a agricultura urbana em Nova Iorque através de um edifício gigantesco de 600 metros de altura.

Na descrição do projecto, Callebaut afirma que terminaram os dias de fast-food e de comida congelada. No seu mundo ideal, existiria um jardim gigantesco no centro das cidades, para que cada cidadão se tornasse o seu próprio produtor e habitante de um jardim, contribuindo para a sustentabilidade do planeta. Partindo da previsão das Nações Unidas de que em 2025 a população mundial quase que duplicará, ele cria um sistema em que as cidades se tornam auto-suficientes, peritas em reciclagem e em agricultura biológica.

Como resposta a estas necessidades, surge Dragonfly, um Central Park cultivado e vertical com uma área de 350 000m² que, além dos campos de cultivo, teria também escritórios e laboratórios. Produziria todos os alimentos necessários: carne, peixe, cereais, leite e ovos, distribuídos pelos diversos pisos do edifício que se assemelha a uma vela de uma nau.

Tendo ganho já seis prémios ao longo da sua ainda curta carreira, Callebaut trabalha essencialmente em projectos de fim ecológico. Apesar de Dragonfly não ser, de todo, exequível, funciona como mais uma chamada de atenção para a falta de sustentabilidade do nosso estilo de vida, e é uma resposta à nossa necessidade de produção intensiva, mas também, ecológica. No entanto, a FAO (Organização para a Agricultura e Alimentação) afirma desde 2007 que seria possível produzir agricultura orgânica em grande escala, se considerássemos os espaços urbanos. Haverá esperança?

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Postado em: CuriosidadesImagensTecnologia Por: Juca
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Com a evolução gradual da tecnologia, cada vez mais os aparelhos diminuem de tamanho e ganham mais eficiência. O que um dia já foi do tamanho de uma sala, hoje cabe em nossos bolsos e pode ser levado para qualquer lugar – como já notamos pelos smartphones.

Em meio a tantas outras novidades no mercado, como os ultrabooks e os tablets, já era de se esperar que os nossos ‘grandes’ desktops também diminuíssem de tamanho. Acontecem que esses substitutos ainda não estão sendo muito divulgadas, mas já estão por aí: são os chamados Nettops.

A grosso modo, os nettops são desktops mais portáteis, com a função de executar tarefas que não exijam muito poder de processamento ou armazenamento da máquina. Tais tarefas incluem a navegação na internet, abertura de arquivos web, documentos simples, leitura de mídias, etc. Desse modo, o nettop é uma versão miniatura do desktop, assim como o netbook o é para o notebook.

Os modelos mais básicos de nettops custam, em média, entre 600 e 800 reais. Já um modelo com uma configuração mais potente, como 320Gb de HD, 2Gb de memória RAM e leitor de Blu-Ray, encontra-se na faixa de 1.300 reais. O preço é razoável, já que um desktop convencional com 500Gb de HD e 2Gb de memória está custando 800 reais.

Um uso recorrente dos nettops que passa despercebido é no que diz respeito ao “home automation”. Diversas pessoas interligam sua casa a um nettop, podendo, assim, comandar luzes, portões, janelas, sistemas de segurança e qualquer outro circuito eletrônico pela Internet, aonde estiver.

Os aparelhos nettop mais modernos são equipados com saídas mini-HDMI (para serem ligados em televisão de alta qualidade) e, alguns modelos mais ‘corajosos’, com leitor de Blu-Ray. Essas novidades são ótimas para quem quer ter um aparelho bonito, pequeno, que acesse a Internet, e complemente as funções de sua televisão.

Veja o vídeo do Acer Aspire Revo Desktop e do Asus Eee Box.

Fonte: TechTudo

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Postado em: ImagensTecnologia Por: Juca