TOPO
  • 01/05

    O boxe é a modalidade que mais aparece na tela do cinema, mas não é a que mais arrecada. Entre os esportes que foram temas centrais dos filmes de Hollywood, o campeão de bilheteria só poderia ser o mais popular entre os norte-americanos. Veja o ranking a seguir:

     

    1. Futebol americano

    Filmes: 45 (desde 1975)
    Bilheteria total: US$ 1,5 bilhão
    Segundo os dados de abril de 2017 do site Box Office Mojo, especializado em bilheterias, a bola oval lidera a arrecadação entre os filmes sobre esporte em Hollywood. Em boa parte graças a “Um Sonho Possível”, de 2009, baseado em fatos reais do jogador Michael Oher (atualmente no Carolina Panthers) o mais bem sucedido do gênero: só ele faturou US$ 256 milhões.

     

    2. Boxe

    Filmes: 51 (desde 1976)
    Bilheteria total: US$ 1,4 bilhão
    A série Rocky ficou com todos os lugares do pódio das maiores bilheterias do boxe. Em terceiro lugar, “Rocky, um Lutador” (1976). Em segundo, “Rocky 3” (1982). E em primeiro lugar, “Rocky 4”, de 1985, com faturamento de US$ 127 milhões.

     

    3. Beisebol

    Filmes: 47 (desde 1982)
    Bilheteria total: US$ 1,1 bilhão
    O filme “Uma Equipe Muito Especial”, de 1992, se inspirou na criação da liga feminina de beisebol nos Estados Unidos e é o filme mais bem sucedido sobre o esporte, com arrecadação de US$ 107 milhões. O elenco foi estrelado por Madonna, Geena Davis e Tom Hanks.

     

    4. Basquete

    Filmes: 46 (desde 1982)
    Bilheteria total: US$ 687 milhões
    “Space Jam: O Jogo do Século”, de 1996, reuniu Michael Jordan e a turma do Pernalonga para se tornar o filme de basquete com maior sucesso nas bilheterias: US$ 90 milhões. O segundo lugar é de outro clássico: “Homens Brancos Não Sabem Enterrar”, de 1992, com US$ 76 milhões arrecadados.

     

    5. Hóquei no gelo

    Filmes: 16 (desde 1977)
    Bilheteria total: US$ 389 milhões
    “Desafio no Gelo”, de 2004, conta a história da vitória dos Estados Unidos sobre a favorita União Soviética nos Jogos de Inverno de 1980. Produzido pela Disney, o filme arrecadou US$ 64 milhões e seguiu na liderança da modalidade mesmo depois do sucesso de “O Fada do Dente” (2010), que chegou a US$ 60 milhões.

     

    6. Surfe

    Filmes: 26 (desde 1983)
    Bilheteria total: US$ 222 milhões
    O filme de surfe que mais fez sucesso é uma animação: “Tá Dando Onda”, de 2007, com US$ 58 milhões faturados. “Soul Surfer – Coragem de Viver” (2011) vem logo atrás: a produção conta a história real da surfista norte-americana Bethany Hamilton, que superou a perda de um braço depois de um ataque de tubarão.

     

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    7. Golfe

    Filmes: 10 (desde 1980)
    Bilheteria total: US$ 203 milhões
    “O Jogo da Paixão” (1996), estrelando Kevin Costner e Rene Russo, é o filme sobre golfe de maior bilheteria: US$ 53 milhões.

     

    8. Futebol

    Filmes: 25 (desde 1981)
    Bilheteria total: US$ 188 milhões
    O esporte mais popular do planeta não faz tanto sucesso assim nas telonas. O líder de bilheteria é a comédia “Papai Bate um Bolão” (2005), com Will Ferrell e Robert Duvall: US$ 52 milhões. O clássico “Fuga para a Vitória” (foto), de 1981, com Pelé e Sylvester Stallone, está apenas em sétimo lugar, com US$ 10,8 milhões de arrecadação na época.

     

    Via UOL.

  • 10/11
  • 06/04

    Houve uma época que as maiores estrelas do futebol mundial jogavam na Itália. Com saudade desse tempo, o designer inglês Angelo Trofa fez um exercício de criatividade: em quais clubes os craques de hoje jogariam na Série A dos anos 90? A brincadeira resultou em figurinhas e escolhas bem curiosas, como O Neymar na Fiorentina, veja abaixo:

     

    – NEYMAR (Fiorentina) e MESSI (Internazionale)

    O jogador brasileiro Neymar foi parar na Fiorentina, enquanto o argentino Messi veste a camisa do Inter de Milão. Angelo não explica a escolha pela Viola para o ex-santista, mas lembra que o Inter dos anos 90 estava sempre atrás do melhor do mundo (Ronaldo trocou o Barcelona pelo clube em 1997).

    Neymar 

    – CRISTIANO RONALDO (Brescia) E DAVID LUIZ (Sampdoria)

    O romeno Hagi trocou o Real Madrid pelo Brescia em 1992. A transferência inspirou o designer a colocar Cristiano Ronaldo no time, lembrando ainda que outras estrelas atuaram por lá, como Pirlo, Guardiola e Baggio. O zagueiro brasileiro virou reforço do Sampdoria, equipe que sempre contou com defensores fortes.

     

    Cristiano Ronaldo 

    – LUKAKU (Milan) e DI MARÍA (Atalanta)

    Para o designer, o Milan se destacava por contratar jovens talentos negros, como Vieira, Davids e Kluivert. Assim, Lukaku seria o escolhido agora. No Atalanta, Di María repetiria os passos de Cannigia, carrasco do Brasil na Copa de 90.

    Di María 

    – AGÜERO (Parma) e Özil (Roma)

    O Kun ganhou a camisa do Parma, clube que investiu bastante em argentinos (nomes como Almeyda, Balbo, Crespo, Ortega, Sensini e Verón passaram por lá). Para Özil no Roma, uma pergunta: “Ele seria compatível com o jovem Totti?”

    Agüero 

    Via Brasil Mundial FC.

  • 29/02

    libertadores 

    Com o início da fase de grupos da Copa Libertadores da América, as apostas de título recaem nas equipes brasileiras, nas argentinas e há até quem levante as tradições de conhecidas associações do continente, casos de Olimpia, do Paraguai, ou de Peñarol, do Uruguai. Afinal, dos 32 participantes do campeonato deste ano, 15 já conquistaram o cobiçado troféu, disputado desde 1960. Mas quais seriam os novatos, aqueles que poderiam pregar peças, como o fizeram em outras edições o colombiano Once Caldas, campeão em 2004, e o paraguaio Guaraní, semifinalista na temporada passada?

     

    A revista GQ Brasil apontou cinco (supostos) azarões, nem tão conhecidos fora de seus países, que planejam tomar pontos de favoritos, alcançar a segunda fase e sonhar com algo mais. Ou seja, dar sequência à linhagem de “penetras” no torneio de nome mais charmoso do mundo. Confira quem são os principais jogadores destes times e saiba mais sobre suas histórias e curiosidades.

     

    Trujillanos (Venezuela)

     

    trujillanos

    Fundado em 1981, o clube de Valera já conquistou a Copa Venezuela por duas vezes, em 1992 e 2010. Mas foi o inédito troféu do torneio Apertura, em 2014, que levou os “Guerreros de la Montaña” a voltar à Libertadores após 21 anos. Entre os destaques da equipe estão alguns remanescentes da campanha vitoriosa, como o zagueiro e capitão Edixon Cuevas, o volante Johan Osorio e o meia Maurice Covas, além do argentino Horacio Matuszyczk – ex-jogador do Boca Juniors –, o técnico do time desde então.

     

    Fique de olho – O centroavante colombiano James Cabezas, 31 anos, voltou ao Trujillanos depois de uma passagem pelo Mineros de Guayana. Ídolo da torcida, ele foi um dos jogadores mais importantes no título nacional de 2014.

     

    libertadores 

    Na Libertadores – Em sua única participação no torneio, em 1995, o clube foi eliminado ainda na primeira fase, somando apenas um ponto, no empate por 2 a 2, com o Olimpia (Paraguai), em casa. Em 2016, os venezuelanos estão no Grupo 1, o mesmo de River Plate (Argentina), The Strongest (Bolívia) e São Paulo.
    Estádio – O José Alberto Pérez tem capacidade para 25 mil espectadores. É conhecido também pelo apelido de “Cementerio de los Grandes”, devido às dificuldades encontradas pelos times que enfrentam o Trujillanos ali.

     

    River Plate (Uruguai)

     

    river plate

    O clube nasceu em 1932, sendo batizado em homenagem ao conterrâneo River Plate Football Club, fundado em 1897, quatro vezes campeão uruguaio e hoje extinto. Fruto de uma fusão entre o Capurro (dele herdou as listras brancas e vermelhas da camisa) e o Olimpia (dele, as asas da bandeira, que foram parar no escudo), o time alcançou seu maior feito ao chegar às semifinais da Copa Sul-Americana de 2009. Agora, a equipe do técnico Juan Ramón Carrasco aposta em atletas como o prata da casa Schiappacasse, 17 anos, e o brasileiro Ronaldo Conceição, ex-zagueiro de Internacional e Náutico.

     

    Fique de olho – Michael Santos ajudou o River a bater a Universidad de Chile na pré-Libertadores, marcando um dos gols da classificação do time de Montevidéu. Aos 22 anos, o camisa 10 já defendeu seleções uruguaias de base e a principal, e negocia sua ida para o Málaga, da Espanha, onde jogaria na próxima temporada europeia.

     

    libertadores 

    Na Libertadores – O River surpreendeu a tradicional Universidad, com uma vitória por 2 a 0, em casa, e um empate por 0 a 0, em Santiago, no Chile, e carimbou seu passaporte para disputar o torneio continental pela primeira vez. A equipe está no Grupo 2, com o Nacional (Uruguai), o Rosario Central (Argentina) e o Palmeiras.
    Estádio – Inaugurado em 1928, ainda nos tempos do Olimpia, o Parque Federico Saroldi se tornou a casa do River. Uma das atrações do bairro do Prado, o estádio cercado por árvores pode receber 6 mil torcedores.

     

    Melgar (Peru)

     

    melgar

    O time ganhou o nome em homenagem ao poeta Mariano Melgar (1790-1815), que se tornou mártir ao lutar pela independência peruana, ser preso numa batalha e, por fim, fuzilado. Atual campeão nacional, o rubro-negro comemorou seu centenário em 25 de março do ano passado e tratou de contratar reforços para a disputa da Libertadores. Chegaram à Arequipa nomes como os dos colombianos Juan Andrés Bolaños e Dahwling Leudo, do costarriquenho Diego Estrada e do atacante José Carlos “Zlatan” Fernández, que chegou a posar com a camisa do Defensor La Bocana, mas acertou mesmo com o time no qual já havia jogado, em 2006.

     

    Fique de olho – O peruano Ysrael Zúñiga, 39 anos, e o argentino Bernardo Cuesta, 27, foram os grandes responsáveis pelo título de 2015. Juntos, os dois balançaram as redes 31 vezes no campeonato (o veterano atacante fez 19 gols e seu parceiro, 12).

     

    libertadores 

    Na Libertadores – Nesta edição, o Melgar está no Grupo 5, com Atlético Mineiro, Colo-Colo (Chile) e Independiente del Valle (Equador). A equipe luta para passar da primeira fase, na qual foi eliminada em suas outras duas participações, em 1982 e 1984.
    Estádio – Com capacidade para 60 mil espectadores, o Monumental de la Unsa (Universidad Nacional de San Agustin) é onde El Dominó vai mandar seus jogos. Lá, a equipe tentará fazer valer seu futebol e se aproveitar dos efeitos da altitude de Arequipa, cidade a 2345 metros acima do nível do mar.

     

    Independiente del Valle (Equador)

     

    independiente

    Tendo enfrentado um grupo difícil na Libertadores de 2014, com Botafogo, San Lorenzo (Argentina) e Union Española (Chile), o Independiente sonha em passar para a segunda fase nesta edição. O time de uniforme parecido ao do Internazionale de Milão é treinado pelo uruguaio Pablo Repetto desde setembro de 2012, o que o torna o primeiro técnico no Equador, em 20 temporadas, a permanecer no mesmo clube por três anos seguidos. “Los Rayados del Valle” contam ainda com atletas que já serviram à seleção equatoriana, entre eles o goleiro Librado Azcona e o zagueiro Arturo Mira.

     

    Fique de olho – A dupla formada pelo atacante José, 21 anos, e o meia Julio Angulo, 25, é a esperança ofensiva da torcida. Enquanto o centroavante já chegou à seleção do Equador e deixou sua marca no segundo jogo da pré-Libertadores, contra o Guaraní, do Paraguai, o camisa 17 é o responsável por criar jogadas para o ataque do time.

     

    libertadores 

    Na Libertadores – Foi com muito sofrimento, mas a vaga no Grupo 5, com Atlético Mineiro, Colo-Colo (Chile) e Melgar (Peru), veio. O Independiente chega à segunda Libertadores após vencer o Guaraní por 1 a 0, em casa, e perder por 2 a 1 em Assunção – na segunda partida, os paraguaios desperdiçaram um pênalti aos 50 minutos da etapa final.
    Estádio – O General Rumiñahui foi um inca que comandou seu exército contra tropas espanholas no século 16, virou herói nacional e hoje dá nome a banco, estrada, cooperativa de crédito e escolas do país, além do estádio onde o Independiente faz seus jogos. Inaugurado em 1941, o local tem capacidade para 7.233 torcedores.

     

    Cobresal (Chile)

     

    cobresal

    Tem sua sede em El Salvador, cidade a 2300 metros acima do mar e fundada em 1959, para abrigar mineiros que explorariam o cobre no deserto do Atacama. Intimamente ligado à mineração, o time recebe aportes financeiros da estatal Codelco (Corporación Nacional del Cobre de Chile). Ainda que os valores depositados venham diminuindo desde 2010, com a crescente escassez do material nas minas, os resultados aparecem: a equipe do técnico argentino Dalcio Giovagnoli conquistou o torneio Clausura 2015.

     

    Fique de olho – O capitão e meia Johan Fuentes, 32 anos, é o motorzinho dos “Mineros”. Ele lidera o time ao lado do lateral Patricio Jerez, 28, no clube desde 2013.

     

    libertadores 

    Na Libertadores – É o único invicto na história da copa até hoje: em 1986, o time comandado pelo centroavante Iván Zamorano – sim, o ídolo da seleção chilena é cria das categorias de base do clube – venceu uma partida e empatou as outras cinco. Para enfim passar da primeira fase, o Cobresal enfrenta sua segunda Libertadores no Grupo 8, fazendo companhia a Corinthians, Cerro Porteño (Paraguai) e Santa Fé (Colômbia).
    Estádio – Para fazer crescer grama em El Cobre, construído em pleno deserto, em 1980, foi preciso recorrer às terras de Copiapó, a 205 quilômetros de El Salvador. O estádio tem capacidade para receber 20 mil torcedores, número bem maior do que o da população da cidade, de cerca de 8 mil habitantes, pois teve de ser ampliado em 1986 para o time cumprir o regulamento e poder mandar seus jogos em casa, na Libertadores daquele ano.

     

    libertadores

  • 30/11

    estadios 

    A revista “FourFourTwo” divulgou em seu site uma lista com os 100 melhores estádios do mundo. Listas, claro, são recheadas de polêmicas, e por isso o veículo se preparou para as críticas. Dezenas de repórteres e editores discutiram por meses e avaliaram cinco critérios: história; atmosfera; capacidade; arquitetura e ambiente; e “fator uou” (o desejo dos torcedores em conhecer o palco).

     

    Apenas dois estádios brasileiros foram selecionados: o Mineirão, em 98º (a publicação explica a diferença do nome para Mineirazo, em referência aos 7 a 1 na semifinal da Copa do Mundo), e o Maracanã, em sexto (a revista cita que já recebeu quase 200 mil pessoas na decisão do Mundial de 50 e, claro, não esquece do Maracanazo).

     

    A Bombonera, do Boca Juniors, é a vencedora. O pódio é completado por Camp Nou, do Barcelona), e Wembley, da cidade de Londres. Clique aqui e veja a página da “FourFourTwo” com todos os detalhes sobre a eleição.

     

    Confira o top-10 abaixo:

     

    1. La Bombonera (Buenos Aires)
    2. Camp Nou (Barcelona)
    3. Wembley (Londres)
    4. Azteca (Cidade do México)
    5. San Siro (Milão)
    6. Maracanã (Rio de Janeiro)
    7. Westfalenstadion (Dortmund)
    8. Santiago Bernabéu (Madri)
    9. Old Trafford (Manchester)
    10. Arena de Munique (Munique)
    98. Mineirão (Belo Horizonte)

     

    estadios 

    estadios 

    estadios 

    Via Brasil Mundial FC.

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