TOPO
  • 15/10

    É um dos primeiros esboços arquitetônicos para os Jogos Olímpicos de 2016, que se realizarão no Rio de Janeiro, e destaca-se pela sua sustentabilidade. Desenhada pelo gabinete RAFAA sedeado em Zurique, consegue gerar energia durante o dia e a noite, utilizando a energia solar e a hídrica, respectivamente. Esta torre irá gerar e fornecer energia não só para a aldeia olímpica, como também para a cidade do Rio.

    O desafio passou por conceber uma estrutura vertical localizada na ilha de Cotonduba que, além de ter a função de torre de observação, se torne num símbolo de boas-vindas para quem chegar ao Rio de Janeiro por via aérea ou marítima, uma vez que esta será a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016.

    A sua concepção permite-lhe aproveitar a energia solar diurna através de painéis localizados ao nível do solo, ao mesmo tempo que a energia excessiva produzida é canalizada para bombear água do mar pelo interior da torre, produzindo um efeito de queda de água no exterior. Esta água é simultaneamente reaproveitada através de turbinas com o objetivo de produzir energia durante o período noturno.


     
    Fonte: Aqui
     

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