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  • 07/11

    Acordei com uma baita ressaca, e do lado da cama tinha um copo d’água e duas aspirinas. Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada. O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete de minha mulher:
    Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Beijos.

     

    Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim. Perguntei à minha filha:
    – O que aconteceu ontem?
    – Bem, pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira antes de chegar no quarto.
    – E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
    – Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça, você gritou:
    ‘NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO!’

     

    Moral da história:
    Ressaca: 70 reais.
    Móveis destruídos: 1.200 reais.
    Café da manhã: 20 reais.
    Dizer a frase certa no momento certo: Não tem preço!
     
    ***
     
    A ONU resolveu fazer uma pesquisa em todo o mundo. Enviou uma carta para o representante de cada país com a pergunta:

     

    “Por favor, diga honestamente qual é a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo”.

     

    A pesquisa foi um grande fracasso. Sabe por quê?

     

    Todos os países europeus não entenderam o que era “escassez”.
    Os africanos não sabiam o que era “alimento”.
    Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre o que era “opinião”.
    Os argentinos mal sabem o significado de “por favor”.
    Os norte-americanos nem imaginam o que significa “resto do mundo”.
    O congresso brasileiro está até agora debatendo o que é “honestamente”.
     
    ***
     
    A vida tem dessas coisas! O Leão e o Aleijadinho

     

    Todos no circo e a plateia cheia, de repente, o leão salta da jaula e vai para cima do público. Dentes a mostra e rugidos assustadores… Bate o pavor e as pessoas começaram a correr; Caos total. Um aleijadinho de cadeiras de rodas se esforçava para sair dali, alguns ao verem o pobre deficiente, gritavam para acudir:

     

    – Olha o aleijadinho! Olha o aleijadinho!

     

    O aleijadinho por sua vez manobrava desesperadamente sua cadeira e o bichão chegando.
    – Olha o aleijadinho! Olha o aleijadinho! – gritavam todos sem parar, enquanto tentavam fugir do local.

     

    O aleijado sem mais nada a fazer passou a gritar:
    – VÃO SE FUDE!!! DEIXEM O LEÃO ESCOLHER SOZINHO!

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