TOPO
  • 14/11

    Fala aê galerinha bandeiraduense fortalecedora a pampa desse espaço comandado por esse riodejaneirense. Passo a semana toda cheio da vontade de terminar a rodada do Brasileirão pra mandar aquela letra responsa pra vocês, mas é só a rodada acabar que me bate aquela sensação retratada na música dos paulistanos cheios de sotaque do CPM 22 que diz “não sei porquê, mas nada mudou”. O jogo de toalhas segue frenético e a galera não se cansa em jogá-la e pegá-la sem medo daquele que vem por trás. Por isso, pra evitar que os posts virem um lenga-lenga fatal até o fim dessa joça, resolvi compartilhar com vocês algo interessante e de suma importância ao ego masculino daqueles que aqui frequentam.

     

    Essa semana estava conversando com uma pessoa do sexo feminino que se exaltava ante os marmanjos por manjar de modo colossal das regras do MMA. Pensei até que ela fosse uma das encalhadas que lêem a coluna Papo de Boleira desse blog, devido a constante mudança de comportamento por ela apresentada – característica comum de mulheres que não tem por hábito o famoso vai e vem, entra e sai que culmina na perpetuação do homo sapiens. Via os marmanjos totalmente sem graça diante da enloquência argumentativa da pequena notável e ficava pasmo até que esta me reconhecendo fez-me a fatal questão: Sabe as regras de MMA?

     

    Fiz um silêncio daqueles sepulcrais e fui sucinto como meu testosterona ensina na resposta. As regras de MMA são idiotices, porque a realidade, o que realmente faz a diferença é saber que todas elas consistem em bata até a quase morte e será o vencedor desde que não morda nem chute o saco. Fato!

     

    Galera, não é necessário nenhum Galvão Bueno enchendo o saco no fim de noite para compreender que o campeão é aquele que menos sangra, menos apresenta hematomas e/ou terminou o duelo de pé e lúcido (de preferência). Total perda de tempo ficar tirando onda que sabe regra de MMA, UFC ou Luta Livre, que assim como música eletrônica, são tudo a mesma coisa até que se prove o contrário.

     

    Já até deixo a letra pra minha amiga Lica Moon não perder seu tempo tentando dar dicas para as costureiras e cabeleireiros de sua coluna sobre a luta em questão. Regra de MMA é a mesma que impera nos guetos do mundo. Bate quem menos apanha. Digo isso porque devido a questões infrutíferas e debates sem vitamina como o proposto pela gatinha que resolveram colocar o mala do Galvão pra nos “ensinar” a ver quem está batendo.

     

    MMA não é como futebol que gera polêmica, com lances duvidosos e dá pano pra manga pra mais de anos. MMA é porrada-lona e quanto a isso ninguém tem dúvida.

     

    Terminada minha dissertação e havendo já demonstrado toda a minha destreza e conhecimento superabundante às regras de MMA, levantei-me supremo ante o olhar incrédulo da questionadora e fui cumprir com meus compromissos etílicos pré-rodada que já se tornara um ritual hereditário antes de cometer a imbecilidade e não conseguir me embriagar antes do Galvão Bueno começar a narrar. Tédio total!

     

    Só não tentei o suicídio porque o porradeiro comeu firme e fui premiado com aquele comentário sapientíssimo, recheado de sabedoria salomânica de minha avó: “Podia ser pior. Já pensou se também tivessem chamado o Arnaldo?”

     

    Dois Toques e a gente sai na cara do gol… E com a narração do Galvão Bueno!

     

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