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  • 18/02

    dinheiro

     

    Saiu na revista britânica The Economist uma lista, feita pela consultoria H2 Gambling Capital, sobre os países que mais queimam dinheiro em jogos e apostas. É quase óbvio imaginar que o primeiro da lista sejam eles, os Estados Unidos, a terra de Las Vegas. O que é surpreendente é a quantia perdida por apostadores em solo americano: US$ 119 bilhões em 2013.

     

    A China aparece em segundo, com US$ 76 bilhões torrados, e o Japão, em terceiro, com US$ 31,4 bilhões. Itália (US$ 23,9 bi), Reino Unido (R$ 19,9 bi), Austrália (US$ 18,4 bi), Alemanha (US$ 14,8 bi), França (US$ 13,3 bi), Canadá (US$ 13 bi) e Espanha (US$ 12,4 bi) completam a lista dos dez primeiros. O Brasil está bem mais pra baixo, com US$ 3 bilhões perdidos por seus apostadores, afinal boa parte dos jogos de azar são proibidos por aqui.

     

    Esses são os valores que as casas de jogos ganharam no ano passado, isto é, a receita bruta menos pagamentos de apostas certeiras a jogadores e despesas dos jogos. No total, a indústria deu US$ 440 bilhões para as casas. São US$ 440 bilhões a menos nos bolsos dos apostadores.

     

    Os Estados Unidos estão bem à frente dos demais países, mas a diferença diminuiu na última década. Apostas esportivas e games em smartphones, computadores e televisões interativas que premiavam jogadores com dinheiro foram proibidos pelos americanos neste período.

     

    E tem um detalhe importante: os apostadores dos EUA perderam mais dinheiro, mas eles são mais numerosos. O país que lidera a lista de prejuízo dividido pelo número de adultos é a Austrália. Os australianos não têm muita sorte em máquinas de jogos de azar, as que não ficam em cassinos. Até 2020, a consultoria britânica espera ver a China na liderança.

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