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  • 09/09

    Confira os 10 jogos adultos mais famosos.

     
    ‘Leisure Suit Larry’ (1987)

     

    O game do gênero aventura (adventure) exigia que o jogador, na pele de Larry Laffer, que queria fazer sexo com diversas mulheres. No mundo de “Leisure Suit Larry and the Lounge of Lizards”, é necessário interagir com personagens e com objetos do cenário e, desse modo, conseguir transar.

     

    O game apresenta piadas machistas e itens como um “dildo” e Larry pode transar, por exemplo, com uma prostituta – se não usar camisinha, ele pega uma doença em morre. O jogo, criado por Al Lowe, fez sucesso nos PCs com sistema operacional DOS, Amiga, Apple II e TRS-80, teve um remake com gráficos melhores em 1991 e foi relançado em 1997.

     
    ‘X-man’ (1983)

    O console Atari 2600 originou muitos títulos voltados para adultos durante a década de 80. Em “X-man”, cujo nome confundia com os heróis em quadrinhos, o jogador tinha que controlar um homem pelado por um labirinto. O objetivo era fugir de inimigos como tesouras, caranguejos e dentaduras para chegar ao centro da fase, recebendo, assim, um bônus.

    O prêmio por concluir a fase era poder simular um ato sexual com uma mulher. O visual da época não ajudava muito e os jogadores mais ousados tinham que usar a imaginação. Atualmente, o cartucho de “X-man” é considerado raro.

     
    ‘Bubble Bath Babes’ (1991)

    O NES, console 8-bit da Nintendo, teve um jogo que pode ser considerado adulto por apresentar imagens de mulheres nuas, mas seu objetivo principal não tinha nada a ver com sexo, unindo elementos de títulos conhecidos como “Tetris” e “Puzzle Bobble”. “Bubble Bath Babes” exigia que o jogador lançasse bolinhas coloridas pela tela e, quando unisse três ou mais da mesma cor, elas desapareciam da tela, somando pontos.

    Depois que cada fase era concluída, eliminando todas as bolinhas da tela, uma imagem erótica aparecia na tela, recompensando o jogador. A imagem, contudo, era um desenho, já que o NES não apresentava grande capacidade gráfica. Tempos depois, foi lançada uma versão censurada, que não mostrava os seios das mulheres.

     
    ‘3 Feel’ (2004)

    Embora nunca tenha passado da fase de testes, “3 Feel” era um projeto sul-coreano de game massivo on-line (MMO) em que os jogadores poderiam interagir com outras pessoas para fazer sexo. Era possível criar um personagem, definir seus atributos e encontrar uma parceira virtual em qualquer lugar do mundo como bares e o metrô.

    O jogo foi anunciado em 2004 e causou polêmica por mostrar representações do ato sexual explicitamente, embora os personagens lembrassem animes japoneses. Atualmente, nem mesmo o site oficial do game está no ar.

     
    ‘Super Strip Fighter IV’ (2010)

    Criado pelo Studio S, o game é sequência de “Strip Fighter II”, que, diferentemente da série “Street Fighter”, apresentava mulheres com pouca roupa trocando socos e chutes na tela. Nesta última versão, além da melhoria visual, o título permite que as lutadoras possam fazer combinações e golpes especiais.

    As personagens apresentam corpos esculturais, sempre com seios grandes, e utilizam golpes em que ficam totalmente sem roupa em combate.

     
     
     
     
    ‘Burning Desire’ (1982)

    Uma mulher estava em perigo, sendo cozinhada por índios. Pendurado em um helicóptero, o jogador deve apagar as chamas e salvar a jovem. O detalhe erótico do jogo é que o homem está nu durante o salvamento, bem como a mulher que foge das chamas.

    A cada salvamento bem sucedido, o jogador pode passar por uma cena em que simula sexo com a mulher. Embora os gráficos da época não conseguissem representar detalhes dos personagens, as cenas eram bastante explícitas.

     
     
     
     
     
    ‘Divine Sealing’ (1991)

    O game de tiro espacial do Mega Drive escondia seu lado erótico no final das fases. O objetivo é controlar uma nave e eliminar os adversários e enfrentar um chefe no final de cada cenário. Não é possível escolher o tipo do tiro, que apenas recebe um upgrade a cada 10 mil pontos.

    Ao eliminar o chefe da fase, uma animação no estilo mangá mostrava uma mulher tirando a roupa. Apenas os seios eram apresentados na imagem e a modelo ficava apenas de calcinha para os jogadores.

     
     
     
     
     
     
     
    ‘Custer’s Revenge’ (1982)

    Um dos jogos para adultos mais famosos exigia que o gamer, representado por um caubói nu, salvasse uma mulher nua presa por índios. Durante o caminho, o jogador tinha que desviar de flechas e de gotas de chuva para não perder a vida.

    Ao chegar no final da fase e resgatar a jovem, o jogador podia fazer sexo com ela. Para tal tarefa, era necessário mover o joystick do Atari 2600 freneticamente.

     
     
    ‘BMX XXX’ (2002)

    Lançado para Xbox e PlayStation 2, o game de corrida de bicicletas, além de ter personagens que falavam palavrões, apresentou mulheres nuas em cima dos veículos. O jogador podia criar as mulheres com pouca roupa e também podiam assistir a vídeos com stripers reais.

    Embora tenha mulheres nuas realizando manobras nas bicicletas, o game não foi bem recebido pela crítica, pois apresentava controles confusos. Contudo, “BMX XXX” conseguiu repercussão na mídia por apresentar personagens sem roupa.

     
     
     
     
    ‘Playboy: The Mansion’ (2005)

    Produzido para os consoles e PC, o game colocava o jogador no papel de Hugh Hefner, fundador da revista masculina, que deve fazer festas e escolher quem estará na capa da próxima edição da publicação. A simulação permite, ainda ter relacionamentos com as modelos e até ter casos homossexuais.

    O objetivo, contudo, é fazer uma revista mensal, escolhendo modelos e repórteres. Cuidar da mansão e fazer festas também era possível no jogo.

     
     
     
     
     
     
     
    Modificações sensuais

    Ao longo dos anos, jogadores e desenvolvedores modificaram alguns jogos que não tem o erotismo como foco principal para deixá-los mais picantes. Um dos casos mais conhecidos é “Hot Coffee”, modificação do game “Grand Theft Auto: San Andreas”, de 2004. Nele o personagem principal, CJ, realiza sexo controlado pelo jogador.

    A modificação foi descoberta 2005 na versão de PC e, na história, caso CJ realizasse os passos certos, ele era convidado por uma mulher a tomar um café em sua casa. No minigame sexual, o jogador tinha que realizar os comandos certos para satisfazê-la. O código da modificação também foi encontrado nas versões de PlayStation 2 e Xbox e podia ser acessada por meio de “hacks” destes consoles. O caso teve repercussão e o jogo chegou a ser retirado de 85% das lojas dos Estados Unidos. A Rockstar, produtora do game, lançou uma nova versão do game sem o código da modificação.

    Em 1996, uma modificação fez com que a heroína Lara Croft ficasse completamente nua em seu primeiro game, “Tomb Raider”. O “truque” funcionava apenas na versão de PC e consistia em instalar o arquivo que modificava as texturas da personagem com roupa por uma versão nua, mostrando os seios e a genitália. Em outras versões do game, os jogadores continuaram criando “roupas” da personagem para que ela estrelasse nua suas aventuras.

     

    O game on-line com suporte para diversos jogadores “World of Warcraft”, um dos maiores sucessos do gênero, também possui modificações feitas por fãs para deixar elfas, trolls, anãs e humanas nuas. Para isso, é necessário instalar um arquivo no PC para trocar as texturas das heroínas. Diversos sites na internet apresentam os arquivos que não são autorizados pela Blizzard e só podem ser utilizados em servidores piratas.

     
     
     
    Fonte: G1

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