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  • 19/07

    No banco de trás

     

    Olá, seus lindos, tudo bem?
    Eu estava relendo alguns textos do meu tumblr e encontrei um que foi tão gostoso ter escrito que resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem e não se esqueçam do share gostoso <3

     

    Cansei de escutar tantas pessoas ao mesmo tempo. Deitei na cama. A temperatura estava agradável e eu bastante confortável com a pouca roupa que trajava. Tirei a minha roupa de baixo e acariciei minha virilha com a ponta dos meus dedos. Estava tão lisa! Esbocei um leve sorriso pensando no que eu faria nos próximos segundos. Me levantei, peguei no meu armário algo que pudesse me satisfazer internamente. O cheiro e o sabor são de uva. Fui até o banheiro, lavei as mãos e o meu objeto que simbolizava borrachudamente um membro sexual masculino. Era perfeito: possuía veias, e ondulações. Deitei novamente na cama e ao mesmo tempo que embebedáva-o com minha saliva, utilizava meus dedos para me tocar e dessa forma, aumentar meu desejo carnal.

     

    Minha imaginação impura e fértil começou a trabalhar em prol das minhas vontades malignas. Pensei em quem não devia, e imaginei sua língua passando de leve por mim, me provocando e alimentando minha sede. Quase podia ouvir seu sussurro em meu ouvido me insultando das formas mais desprezíveis, indignas e ordinárias possíveis.

     

    A necessidade de possuir meu órgão preenchido chegou a um ápice incontrolável e o meu objeto azul foi levado gentilmente até onde deveria ser introduzido. A sensação foi devastadora. Com minha mão esquerda eu fiz com que fosse penetrado em mim de pouco em pouco, para que eu pudesse sentir delicadamente cada centímetro seu.

     

    Quase podia ouvir você me perguntando se eu queria mais. Com isso, comecei a acelerar o movimento da minha mão esquerda, como também da direita, que me afagava ligeiramente. O desejo de te tocar fazia com que minhas unhas implorassem por sentir você encima de mim e ter suas costas marcadas e escoriadas por elas.

     

    A minha própria imaginação manipulava meus movimentos, operando para que cada detalhe tivesse você e o prazer que me causava juntos. Era impossível me conter. Não existia a possibilidade de voltar atrás. Sentia a adrenalina correndo no meu sangue velozmente pedindo por mais, e era preciso. E eu fiz mais.

     

    Foi quando sucumbi. O prazer devastador tomou conta do meu corpo ao mesmo tempo que minha boca emitia sons de satisfação carnal. Meu cérebro virou um oásis perfeitamente harmonizado com minhas sensações. Todo o meu corpo deleitou-se com uma calmaria pacífica. Foi o fim.

     

    Agora penso se quem imaginei responsável pelo meu ato, um dia será capaz de me proporcionar tudo isso.

     

    Não se esqueçam de visitar: opoderdasminhasunhas.tumblr.com

     

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