TOPO
  • 26/03


    Preconceito é algo até aceitável. E não seja preconceituoso em me tachar de defensor do preconceito por causa dessa minha primeira frase. Explicarei. Ter preconceito é como o assassino ou cidadão comum que pensa poder voar saltando de sua janela no 7º andar; é lícito, mas não é aconselhável por conta das consequências. Ver no negro ao lado um macaco, no gay um viado, na mulher uma puta, no judeu um herege e num muçulmano um homem-bomba em potencial é totalmente admissível. Colocar em prática, por pra fora a força maléfica desse pensamento já faz o caldo engrossar.

     

    Sinceramente, não tenho muita paciência pra gente démodé, e logo que me imagino numa situação constrangedora como a que viveu o zagueiro Dedé do Vasco da Gama já calculo a quantidade de safanões e pescotapas que deferiria no infeliz que ousasse me insultar de tal forma. Acho que bateria tanto que até a mãe do sorumbático mortal teria dores uterinas, tamanha a raiva por mim extravasada.

     

    Século XXI, tsunamis em escalas inimagináveis, grande parte da humanidade já comprando caverna esperando o fim do mundo e ainda existe gentinha sem noção e adepta do bostejamento sem freio? Sério? Quando imagino o pensamento dum cidadão que se vira para um atleta exercendo sua profissão e o insulta com frases racistas ou homofóbicas logo me vem a mente a falta de mulher que a pessoa enfrenta. E isso é fato. Um cara com um currículo variado, femininamente falando, não tem tempo para ser racista uma vez que experimentando mulheres de todas as raças, cores, idades e amores automaticamente tudo de ruim da raça alheia cai por terra.

     

    Você deve estar pensando. E quanto ao homossexual, tem que pegar um também pra deixar de ser preconceituoso? Sim. As lésbicas estão aí e quem experimentou eternizou a clássica frase “Ninguém beija como as lésbicas”. Aliás, o alto índice de lesbianismo se deve exatamente a esses seres babões que gastam saliva na coisa errada e ao invés de exercitarem o poder persuasivo no claro escopo do convencimento do sexo oposto visando a lubricidade humana, vulgo jogar kaô, preferem ofender o próximo em pleno ato de defender o pão. Desse jeito a mulherada se pega e a tendência é marmanjo chupar dedo.

     

    Está mais que na hora de um confronto direto com quem pratica essas sacanagens verbais. Chega de papinho chato e sem sentido. Placas como “Abaixo o Preconceito” já caíram em descrédito. Aparada é lançar logo frases de efeito como “Me chupa, seu preconceituoso de araque”, “Vai comer alguém rei do bullying”, ou clássico e infalível “Quem for preconceituoso ta rombado”. Duvido que esses textos em vários idiomas e dialetos não diminuam significativamente o número de gentinha atrasada que não sabe conviver com as diferenças.

     

    Ah, e quem não curtir e divulgar esse texto também está rombado.

     

    Dois Toques e a gente sai na cara do gol.

     

     

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