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  • 01/11

    Escaravelhos, abelhas, gafanhotos, borboletas, aranhas, escorpiões – se os dispensa vivos, talvez consiga apreciar-lhes a beleza bem guardados dentro dum recipiente de vidro, como máquinas antigas num museu que tanto é de arte, como de história natural, como de engenharia.

     

     

    Em muitos filmes de ficção científica, esta é a concretização de um dos maiores pesadelos humanos: insectos-robots. Criaturas que juntam uma anatomia natural ultra-resistente ao poder potencialmente destrutivo da tecnologia (neste caso, nas mãos – ou antes, nas patas – erradas). O pesadelo fica completo quando lhe acrescentamos o medo irracional de muitos de nós perante estas pequenas criaturas.

     

     

    Mas aqui não se trata de enxames assassinos vindos de Marte para nos destruir, nem dos tripods da Guerra dos Mundos: estes são espécimes frágeis, reais, naturais, solitários, que o artista Mike Libby transforma, equipando-os com pequenas peças mecânicas que lhes dão este aspecto cibernético.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


     
    Fonte: Aqui

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